29 de setembro de 2008

Reformulação: Crónica Monológa (o comentário intemporal do Caro Senhor Pedro Oliveira).

Em comunicado, uma vez feita a vontade da nossa ditadura democrática, a primeira componente já está concretizada, agora falta a segunda que é cumprir com o regulamento de fornecer às pessoas ditas "normais" a possibilidade de ler o texto para quem foi fornecido de sua capacidade:

Tema Intemporal: Clitorys esquecido.
Em consonância com o presente legado de instituições burocráticas, eis a referência mais celebremente genial do nosso querido moço das entregas empregue e presente neste elevado período de convertidos Autobonga celebrado pelo número de audiências uma vez prestigiado pelas mais recentes novidades incógnitas da nossa diva «incausta» pornostrar Zél Ápute e uma notificação que irá ser celebrada (também incógnita!) pelos próximos dias vindouros do mítico aniversário desta ceita que reina Portugal, todo o mundo e, quiçá, o resto da Europa.

Mais uma espécie que é retirada da sua extinção: o Photoshop! O que resta da Europa, já sabemos que se configura em mútuos aparecimentos futuros. Em ascensão à dignidade verificamos e veremos os patamares vindouros em meticulosas elevações espirituais e um drama causal erudito e inexistente (pois o que não é físico também existe, para nós, ceita) pelos danos colaterais inofensivos e inocentes originados sem intenção pela Ditadura Democrática que originou o desaparecimento d' Amaia do Blog! (pois, – porque, para nós, o exemplo vem de baixo ao de cima, como um poço (como é esta mulher, sempre a descer) - como dizia o nosso caro e grande amigo companheiro camarada Sócrates: - “A Democracia, por vezes, tem falhas, e consequências, que não conseguimos, prever, mas é disso, que «ela», se trata; é o facto, de nós, estarmos aqui, como governadores com este partido que é o Socialista, para, deveras, corrigirmos!”)

Sim, meus caros amigos, é triste mas o tempo de crise espreita-nos à porta pela janela e já retirou alguns peles morenas a cheirar a mofo e estufa das suas barracas em revolta, exactidão, agonia e dramatismo fundamentado na vitimação do “nada que é tudo”, como a afirmação é assim a mesma expressão da busca e a procura do nosso querido repórter bairrista, Bloco D.

A pobreza não é uma preocupação geral, mas particular, já era um problema de Jean Michel na Tertúlia de Mentirosos. Mas este particular não significa nada em geral. É tudo! (Como pelas mãos do nosso caro repórter que diria ele: - “Despeço-me com amizade!”)

Não falando de poderes (até porque "em geral" sempre tive problemas com a autoridade) desprezo-a sem limites pois não há nada ali que me venha a significar ou doar novidades algumas ou certezas absolutas de verdades absolutas.

Genial foi a contribuição de uma subida de posto que caracteriza e define a comédia fazendo-nos recomeçar de novo em que se distinguiu Fernando Pessoa em heterónimos e entidades infinitas do além que não sabe quem são, porque não se sabe nada da vida, pois toda a gente sabe.

Quanto mais à nossa mais recente novidade Borys Clitorys, o erudito e a transcendência entram em expansão por todo o mundo e por aquilo que existe de mais magnânime em toda a comédia e novata na vanguarda presente da nova genialidade do mundo. Nada mais característico de boa recepção fidelíssima ao paradigma proposto que de tão bom que foi, foi até desprezado pelos nossos agrupamentos arquétipos das colectividades subordinantes. Nem o terrorismo lá do oriente se interessou, o que significa que estamos protegidos.

Da mensagem em que se origina do "Pistão...", esta quarentena significa dois a um ao Terceiro Round!

1 comentário:

autobonga disse...

E já agora: recomendo antes o poster das eleições "Não vote em branco!" - Mais original e simplesmente genial!
Cumprimentos para todos!